segunda-feira, julho 31, 2006

As paredes torram à luz vermelha e a pele amarelada dos garçons brilha.
Em cada mesa arde uma vela que nunca apaga, nem sussurrando.
Aqui sentam-se os amantes, comem os engates, dormem os passageiros.
Uma noite o olhar focou e numa das mesas os pés enrolavam-se numas pernas. Fumavam e petiscavam-se, suavam e iam deslizando.

domingo, julho 09, 2006

sexta-feira, julho 07, 2006

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Só.

Pó. Seco.
Prestes a dividir-se em partículas cada vez mais mínimas (e a nunca desaparecer) daquelas que se diluem imediatamente e que transformam.
Que tiram e põem e roem e moem e doem.

Abrem secam e curam.

Tornam a abrir. Perseguem, pespegam e mal cheiram.

Não se mostram.
Vi-as nuns olhos que se fecharam. Ainda estava inteiro.

sábado, julho 01, 2006