segunda-feira, julho 31, 2006

As paredes torram à luz vermelha e a pele amarelada dos garçons brilha.
Em cada mesa arde uma vela que nunca apaga, nem sussurrando.
Aqui sentam-se os amantes, comem os engates, dormem os passageiros.
Uma noite o olhar focou e numa das mesas os pés enrolavam-se numas pernas. Fumavam e petiscavam-se, suavam e iam deslizando.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Mila...é estranho. As saudades do português tornam a tua escrita mais clara.

23.10.06  

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